quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

PROJETO DE LEI Nº 480 (Amei)

 POR FAVOR REPASSEM...
 
> Grande idéia!!!
> Projeto obriga os eleitos a matricularem seus filhos em escolas públicas.



> Uma ideia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
> Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador,
> prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

> As conseqüências seriam as melhores possíveis.
> Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública,
> a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações
> decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

> SE VOCÊ CONCORDA COM A IDEIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.

> Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
> O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

> http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

> PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
> Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus
> filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

> PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
> BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES.

> IDEIA SENSACIONAL!
> PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2007

> PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

> Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus
> filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
> O CONGRESSO NACIONAL decreta:
> Art. 1º
> Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais,
> estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus
> filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

> Art. 2º
> Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de
> 2014.
> Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais
> poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.

> JUSTIFICAÇÃO
> No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em
> escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola
> pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o
> ensino público.
> Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do
> povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções,
> estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite
> dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se
> contra as tragédias do povo, criando privilégios.
> Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas
> privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem
> de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de
> seus filhos.
> Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais –vereadores,
> prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus
> suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da
> República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas
> respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola
> privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no
> exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.
> O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes
> objetivos:
> a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;
> b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a
> educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
> c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês,
> o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor
> público, inclusive para a educação;
> d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos,
> desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
> Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República,
> como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje
> completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República
> que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não
> permite a implementação imediata desta decisão.
> Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando
> 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente
> para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite
> dirigente exige para a escola de seus filhos.
> Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas
> educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do
> povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era
> reservada para os nobres.
> Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação
> deste projeto.
> Sala das Sessões,
> Senador CRISTOVAM BUARQUE

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Vestido de Noiva

Preparativos para o casamento... Deus me coloca diante deste artigo e me lembra como Ele é meu amigo e deve me ajudar a preparar tudo! Também diante do que a Beata Jacinta disse antes de sua morte "Hão de vir umas modas que hão de ofender muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas. Nosso Senhor é sempre o mesmo."



Não! Este artigo não trata da famosa peça de Nelson Rodrigues com o mesmo nome. Pelo contrário. Falo de outro vestido, de outra noiva, de outra mentalidade. Falo de uma foto. Em primeiro plano, a noiva. Vestido simples, sem bordados. Grinalda simples e longa. Bouquet simples, poucas flores, todas brancas. Maquiagem imperceptível. Incrivelmente bonita, já que, não fosse por sua expressão de alegria interior, seria uma pessoa feia. Sorriso imenso, feliz, tem o braço direito estendido um pouco ao alto, como a mostrar o bouquet. Sob o vestido, quase sem querer, aparece o pé esquerdo, a denunciar um gesto meio de dança, meio de brincadeira, como quem está a fazer uma reverência. Isso mesmo. Foi uma foto espontânea, não posada.
 Em segundo plano, um garoto. Daqueles simples, talvez um convidado intruso. Meio de costas para a noiva, parece que só está ali para denunciar: é verão! Mangas curtas, calças curtas, pernas inteiramente desnudas. Não há dúvida, é verão. O menino cumpriu sua missão. Aparece ali não porque é pajem, irmão, padrinho ou convidado. Aparece somente para dizer: “Vejam, é verão!”
 Você há de se estar perguntando: e o que seria tão importante acerca do verão para justificar uma missão especial para o intrometido? É que a noiva, em primeiro plano, sim, a noiva da foto - pasme! – está de mangas (sim, seu vestido tem duas mangas!) compridas. Daquelas que vêm até o pulso. E veja que não são transparentes. O decote – pasme, novamente – é rente ao pescoço. Tudo é tão especialmente diferente do que hoje chamamos de noiva que cada detalhe chama atenção. O maior dos detalhes, porém, transcende a foto: a noiva da foto é uma santa. Santa Gianna, recém casada com o seu Pietro, a sonhar, alegremente, com os seus quatro tesouros que haveriam de vir.
 Ao contemplar esta foto, meus pensamentos vieram como uma onda após a outra. Primeiro: “Puxa, como ela primou pela exaltação da castidade, da virgindade!” Segundo: “Ela´já´ era santa!” (como se santos se fizessem em um estalar de dedos). Terceiro: “Já pensou se o vestido dela fosse sem mangas, sem ombros, sem nada acima da linha dos seios, sem exaltar a castidade? Já pensou se as costas fossem nuas até a cintura, a maquiagem carregada, a grinalda como a coroa da rainha de Sabá? Já pensou se o vestido fosse um brilho só, se o bouquet lhe fosse até os pés? Como é que a gente ia ter coragem de mostrar o retrato da santa?” Quarto: “Bom, a gente ia dizer que ela tinha se convertido depois e que só depois tinha aderido à castidade”. Quinto: “Valha-me Deus, como foi meu vestido de noiva?”
 Pois é. A santa, vestida de noiva, exaltava a castidade em seu vestido de mangas compridas apesar do pleno verão italiano. Exaltava aí e exaltaria depois, durante toda a sua vida de casada, como se vê pelas cartas que troca com o seu Pietro. Esta santa não diria que no quarto do casal, entre quatro paredes, tudo é permitido. Esta, não pensaria em transformar seu leito conjugal em um leito de motel. Não pensaria em usar roupas íntimas pornô para excitar o seu Pedro. Não pensaria em preservativos ou comprimidos anti-concepcionais. Não pensaria em laqueadura de trompas aquela que não pensou em retirar seu feto para livrar seu útero.
 Posso estar errada. Mas hoje, quando vejo as noivas desnudas, maquiadas como atrizes de tv, a arrastar seus caríssimos e quilométricos bouquets, a se esbaldarem de beber em suas festas de casamento, não posso deixar de pensar o que consideram castidade conjugal, em que seriam capazes de transformar seus leitos, suas alcovas conjugais, como se dizia antigamente. Não posso deixar de me perguntar em que estariam dispostas a transformar suas famílias, seus corpos e os corpos dos seus maridos. Não estou certa de que conotação dariam a este possessivo “seu”: “seu” marido, “seu” leito, “seu” quarto, “seu” filho. Temo que, distorcidas as idéias, viriam a dizer que, sendo seu o corpo e seu o filho, sendo seu o leito e seu o marido, podem dispor deles como bem quiserem. E isso seria o avesso do vestido da noiva da foto e de tudo o que, canonizando-a, a Igreja nos quer dizer.

Maria Emmir Oquendo Nogueira


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por Maria Emmir Nogueira, Co-fundadora da Comunidade Shalom ,
Comunidade Católica Shalom

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Oração do Abandono

Deus me inspirou antes de ontem a rezar o terço do abandono, em especial a oração do beato Charles de Foucaul e hoje resolvi procurar a oração para rezar. Pesquisando sobre a vida do beato vi que foi nesta data 1 de dezembro, que ele foi assassinado. Resolvi divulgar esta oração para que outros também rezem pedindo a graça do abandono em Deus, da CONFIANÇA.

 "Meu Pai,
Eu me abandono a Ti,

Faz de mim o que quiseres.

O que fizeres de mim,
Eu Te agradeço.

Estou pronto para tudo, aceito tudo.
Desde que a Tua vontade se faça em mim
E em tudo o que Tu criastes,
Nada mais quero, meu Deus.

Nas Tuas mãos entrego a minha vida.
Eu Te a dou, meu Deus,
Com todo o amor do meu coração,
Porque Te amo
E é para mim uma necessidade de amor dar-me,
Entregar-me nas Tuas mãos sem medida
Com uma confiança infinita
Porque Tu és... 
Meu Pai!"


sábado, 23 de outubro de 2010

Trecho da nota doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política





"Quando a ação política se confronta com princípios morais que não admitem abdicações, excepções ou compromissos de qualquer espécie, é então que o empenho dos católicos se torna mais evidente e grávido de responsabilidade. Perante essas exigências éticas fundamentais e irrenunciáveis, os crentes têm, efectivamente, de saber que está em jogo a essência da ordem moral, que diz respeito ao bem integral da pessoa. É o caso das leis civis em matéria de aborto e de eutanásia (a não confundir com a renúncia ao excesso terapêutico, legítimo, mesmo sob o ponto de vista moral), que devem tutelar o direito primário à vida, desde o seu concebimento até ao seu termo natural. Do mesmo modo, há que afirmar o dever de respeitar e proteger os direitos do embrião humano. Analogamente, devem ser salvaguardadas a tutela e promoção da família, fundada no matrimónio monogâmico entre pessoas de sexo diferente e protegida na sua unidade e estabilidade, perante as leis modernas em matéria de divórcio: não se pode, de maneira nenhuma, pôr juridicamente no mesmo plano com a família outras formas de convivência, nem estas podem receber, como tais, um reconhecimento legal. Igualmente, a garantia da liberdade de educação, que os pais têm em relação aos próprios filhos, é um direito inalienável, aliás reconhecido nas Declarações internacionais dos direitos humanos. No mesmo plano, devem incluir-se a tutela social dos menores e a libertação das vítimas das modernas formas de escravidão (pense-se, por exemplo, na droga e na exploração da prostituição). Não podem ficar fora deste elenco o direito à liberdade religiosa e o progresso para uma economia que esteja ao serviço da pessoa e do bem comum, no respeito da justiça social, do princípio da solidariedade humana e do de subsidariedade, segundo o qual “os direitos das pessoas, das famílias e dos grupos, e o seu exercício têm de ser reconhecidos”. Como não incluir, enfim, nesta exemplificação, o grande tema da paz? Uma visão irénica e ideológica tende, por vezes, a secularizar o valor da paz; noutros casos, cede-se a um juízo ético sumário, esquecendo a complexidade das razões em questão. A paz é sempre “fruto da justiça e efeito da caridade”; exige a recusa radical e absoluta da violência e do terrorismo e requer um empenho constante e vigilante da parte de quem está investido da responsabilidade política. " (Fonte: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20021124_politica_po.html)